O João trouxe um novo projecto para o tratamento especial dos duendes. As peças não podiam ter chegado cá com mais bem acompanhadas, tendo vindo tudo bem embalado em bagagem Mission Workshop e Carradice e carregado numa Pelago Bristol.

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João brought us a new vintage project. The parts couldn’t arrive in a better company. Mission Workshop, Carradice and Pelago

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Esta semana entregámos esta Peugeot PX-50. Foi um trabalho muito interessante e laborioso, numa colaboração muito próxima com o cliente. A bicicleta está praticamente toda original, exepto os aros (ainda temos os originais Rigida Chromolux 650B de 1975) e o conjunto de luzes.

A lista do que foi montado é a que se segue:

  • Transmissão: pedaleiro Stronglight Double Plateau e pedais Lyotard, desviador traseiro Simplex Prestige 5 Vitesses, deviador frontal Simplex (NOS), cassete Atom 5v;
  • Rodas: cubos Normandy, aros Weinmann 650b;
  • Iluminação: dínamo Soubitez 6V 3W original (!), e farolins Soubitez da mesma década (não originais da bicicleta). O conjunto instalado, 100% funcional, é o “Catalux 6”. O sistema Catalux é conhecido pelas suas preocupações de segurança, que incluem um farolim traseiro a 360º para ser visivel de lado, nos cruzamentos, bem como um generoso reflector;
  • Travagem: travões Mafac Raid e manetes Mafac Guidolline não originais da bicicleta (NOS);
  • Cockpit: guiador e avanço AFA, campaínha também AFA, não original da bicicleta (NOS), fitas Fizik;
  • Selim original Per John (França) e bolsa de ferramentas Mafac também original;
  • Bomba cromada de fabrico alemão Mijnem Pieper;
  • Pintura do quadro, decalques iguais aos originais, cromagem de uma grande parte das peças, limpeza e polimento;
  • Cabos, espirais, calços de travão e outros consumíveis.

A propósito desta bicicleta, iremos muito brevemente publicar um texto com algum enquadramente histórico. Por isso não percam o próximo episódio, porque nós… também não!

Caso tenhas interesse em mais informações sobre esta menina, podes pedi-las para um destes contactos.

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This week we finished this amazing Peugeot PX-50. It was a renovation made in a close partnership with the bike’s owner.  The bicycle was in bad condition but almost everything is still original. Some parts were replaced by NOS from the same decade.

Above you can read the parts list. It’s in Portuguese, with a little effort you can do it. For inquiries regarding this bike, please send us an email (contacts here)

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Vamos lá então subscrever a Gazeta do Ciclista:

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“Esta é a minha bicicleta para a cidade e para o trânsito. As outras são de piquenique. Sabes, nem devia dizer isto, mas por vezes, se for apanhado pela chuva, até a dobro e apanho um Cabify. Por falar nisso. Olha a poupança hoje que estive sem bicicleta. Vim para aqui vindo do Marquês para levantar a Brompton da revisão. Descontando ao valor da viagem o preço do Andante e um Z3 de ida e volta, acabei por pagar apenas mais dois euros, já que tive tempo de voltar a pedalar. A revisão foram só dez euros. Inteligente é pensar intermodal.”

Podes ler mais testemunhos no banco aqui.

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“This is my bicycle for riding in the city. The others are picnic bikes. I probably shouldn’t be saying this, but every now and then, if it’s raining, I call a Cabify. Today I didn’t buy a travelcard or the Z3 round trip and only paid an extra of a bit more than two euros for a comfortable ride to Matosinhos. This time servicing my Brompton was really cheap, only cost ten euros. Thinking smart is thinking intermodal”.

You can read more from the “No Banco” series here.

 

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Com 64 anos, o Eddie tem dedicado o seu tempo a viajar de bicicleta. A sua última aventura foram 2500 quilómetros a pedalar entre Dublin e o Porto. Ao passar pela Megastore do Palácio, foi ao banco, o que em paláciodecristalês quer dizer “foi ao terraço”, deixar o seu testemunho ao duende de serviço.

“Tenho uma bicicleta de aço equipada com porta cargas e alforges mas para esta viagem quis experimentar uma coisa diferente e optei por usar uma bicicleta de carbono, de estrada e com pneu 25. Escolhi bagagem que não necessita de porta cargas e eliminei tudo o que é supérfulo. O resultado foi um conjunto abaixo dos 20 quilos e muito rápido e divertido. Less is More. Saí de Dublin em direcção a Cork, onde apanhei o ferry para Roscoff. Fiz os 1200 quilómetros da La Vélodyssée até Espanha e fui até Santiago de Compostela, de onde fiz a costa até ao Porto. Cheguei um mês depois de partir e a minha família veio ao meu encontro.”

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Eddie, a 64 years old from Dublin, has been bike travelling for a while now. His last adventure was this trip from Dublin to Porto in a carbon racer. He shared some words with us at our Central Porto shop backyard.

“I have a full equipped steel bicycle, but for this journey, I wanted something different, faster and way more funny to ride, and chose a light road bike. I packed light, without any carrier and got a sub 20 kilos setup. Less is more. I left Dublin towards Cork, where I hopped on the Ferry to Roscoff. I rode the La Vélodyssée 1200k from France to Spain, crossed the country to Santiago and then went straight forward to Portugal following the coastline. I arrived in Porto, where my family joined me, one month after leaving Ireland.”

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Quem segue a Gazeta, sabe que gostamos muito dos dois bairros onde “moramos” e por isso mesmo costumamos falar dos nossos vizinhos.

Na edição de Maio destacámos o Mafalda’s do Mercado de Matosinhos, onde ao almoço, enquanto te delicias com a comida maravilhosa preparada na hora pelas manas Pando e amigos, podes trocar dois dedos de conversa com um dos nossos duendes que por lá costumam parar. Ora vê lá aqui >>

Este texto foi inicialmente publicado na Gazeta do Ciclista, a newsletter da Velo Culture, na sua edição de Maio. Entretanto o primeiro número de Junho já está cá fora. Para leres os conteúdos da Gazeta mais cedo, podes subscrever a newsletter aqui em baixo:

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If you are a Velo Culture follower, you probably know that we love the two neighbourhoods where we live in and like to share our favourite places with the world.
In the May edition we highlighted Mafalda’s, a cosy diner where you can have delicious and healthy meals. If you show up at lunch time, you’ll probably bump into one or two of the Velo Culture leprechauns. Mafalda’s >>

This post was first published in the May edition of Gazeta do Ciclista, Velo Culture’s newsletter. We promise to launch an English edition (and a new mailing list for English readers) as soon as we finish our new website. 

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Das mãozinhas santas do Edu saíu recentemente esta beleza. É uma custom feita de raíz para o Paulo, uma bicicleta de sonho para pedalar aqui em Matosinhosdam.

É um projecto urbano, montado num quadro de pista de produção nacional. A pintura foi personalizada com os logos Velo Culture e o nome do cliente. O quadro é aparentemente simples e minimalista, mas se olharem com atenção há pormenores discretos, como as peças feitas de raíz para tapar os furos do parafuso do travão. Para a testa fizemos uma placa com o nosso logo, coisa gordinha e que acaba por equilibrar o conjunto.

Edu just finished this beauty built on a new track frame (Portuguese made) with a custom paint job including our logos and the client’s name. We added some bespoke details, such as the head badge and the custom plugs covering the fork and seat stays brake holes. 

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