Com 64 anos, o Eddie tem dedicado o seu tempo a viajar de bicicleta. A sua última aventura foram 2500 quilómetros a pedalar entre Dublin e o Porto. Ao passar pela Megastore do Palácio, foi ao banco, o que em paláciodecristalês quer dizer “foi ao terraço”, deixar o seu testemunho ao duende de serviço.

“Tenho uma bicicleta de aço equipada com porta cargas e alforges mas para esta viagem quis experimentar uma coisa diferente e optei por usar uma bicicleta de carbono, de estrada e com pneu 25. Escolhi bagagem que não necessita de porta cargas e eliminei tudo o que é supérfulo. O resultado foi um conjunto abaixo dos 20 quilos e muito rápido e divertido. Less is More. Saí de Dublin em direcção a Cork, onde apanhei o ferry para Roscoff. Fiz os 1200 quilómetros da La Vélodyssée até Espanha e fui até Santiago de Compostela, de onde fiz a costa até ao Porto. Cheguei um mês depois de partir e a minha família veio ao meu encontro.”

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Eddie, a 64 years old from Dublin, has been bike travelling for a while now. His last adventure was this trip from Dublin to Porto in a carbon racer. He shared some words with us at our Central Porto shop backyard.

“I have a full equipped steel bicycle, but for this journey, I wanted something different, faster and way more funny to ride, and chose a light road bike. I packed light, without any carrier and got a sub 20 kilos setup. Less is more. I left Dublin towards Cork, where I hopped on the Ferry to Roscoff. I rode the La Vélodyssée 1200k from France to Spain, crossed the country to Santiago and then went straight forward to Portugal following the coastline. I arrived in Porto, where my family joined me, one month after leaving Ireland.”

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Esta Bombtrack Arise é seguramente uma das bicicletas mais extraordinárias que por cá passou. O Joaquin que nos desculpe, mas este é um dos raros casos em que damos mais destaque à bicicleta do que ao ciclista!

“A Arise é o canivete suíço das bicicletas e uma máquina pensada numa utilização diversificada, seja nas ruas, seja nos trilhos. Partindo de uma base single-speed, a bicicleta pode ser convertida com um grupo completo. O drop-out móvel permite jogar com o comprimento das escoras, aumentando a distância entre eixos e o conforto da bicicleta.”

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É isto que podem ler na descrição que preparámos para a página do nosso site dedicada a este modelo. Para já, a bicicleta foi embora na sua configuração original, mas estão prometidos upgrades na transmissão muito interessantes, que iremos mostrar mais tarde.

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“The Arise is a genuine ‘Swiss Army Knife’ built with versatility in mind from the ground up. Keep it single speed or convert it with a full group-set like the Rad Pack did on their gravel Tour d’Iceland. Thanks to a sliding dropout the chain stay lengths can be varied for different kinds of riding, a little longer for a more comfortable touring set up, or shorter for a more playful and nimble feel.”

Well, it seems that Joaquin got such an extraordinary ride.

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Bem, com o MMM em revolução, lá conseguimos encontrar um cantinho para fotografar esta Long Haul Trucker, a “caminheira” da Surly.

Estamos a ficar curtos de paredes brancas, mas é por uma boa causa. Esta lona ali no fundo, por exemplo, está a tapar as obras para um futuro restaurante, mais um a servir coisas boas e frescas cá do Mercado.

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Sorry folks, with all the new neighbours arriving at the Matosinhos Fish Market, we are running short of white walls for the background of our pictures. The bike is a Surly Long Haul Trucker.

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O David, o ciclista ao leme da Carradice, numa visita à Bespoked comissionou a Sven Cycles para montar uma bicicleta de touring para ser a “cara da marca”.

Segundo o David, “a bicicleta foi feita apenas para exposição dos produtos Carradice”, logo acrescentando um irónico “certo?”. Claro que não.

Podem ler a história e conhecer os detalhes aqui.

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David, the cyclist behind Carradice, comissioned Sven Cycles to build this beauty. Read the story here.

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Foto: Cyclist Magazine

A revista Cyclist, para nós uma das melhores revistas de ciclismo que anda por aí (e que podem comprar nas Megastores dos Duendes), publicou recentemente umas palavras simpáticas sobre o Back Roller High Visibility da Ortlieb.

“Na minha opinião, a única forma de testar material de touring é partir de viagem, de preferência com um tempo horrível. Felizmente, a oportunidade surgiu e fui com dois amigos passar dois dias fora. O que acabou por acontecer, foi que tivemos que nos abrigar do temporal atrás do fogo de uma lareira.

O tempo conspirou contra nós, mas lá conseguimos partir para fazer uns 56 quilómetros em seis horas. Apesar do vento, chuva e quedas, os alforges fizeram as duas coisas que lhes pedi: manter as minhas coisas secas e manterem-se presos à bicicleta. Excelente. Cinco estrelas.”

Ora bem, isto é o que gostamos de chamar uma boa crítica.

Já agora, estes High Visibility testados são uns alforges pretos que quando levam com luz, parecem uma árvore de Natal toda iluminada. O segredo? O material é tecido intercalando fio preto com fio fluorescente. Clever.

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Cyclist Magazine (for us, one of the best cycling magazines. You can get it at Velo Culture), published some nice words about the Back Roller High Visibility panniers from Ortlieb

“In my opinion, the only way to test touring equipment is to go on a tour, and preferably in horrendous weather. Lucky the opportunity arose at the end of last year and so it was that a few friends and I headed to Kielder for a couple of days riding. What we actually did was huddle by a fire and hide from the inclement horrors taking place outside of the bothy.

The weather had conspired against us and we managed a paltry 35 miles in six hours. Despite all the wind, rain and crashes the Ortlieb Back Rollers managed the two things I asked of them – they kept my things dry and stayed attached. Excellent, five stars.”

Well, that’s what we like to call a great review.

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As Segundas são dia de folga dos duendes e um duende que se preze gosta de aproveitar as Segundas de folga para pedalar.

Nem todos temos a sorte de poder pedalar à Segunda e desconfiamos que a maioria dos leitores da Gazeta do Ciclista também não.

Resta o consolo de ir vendo as imagens bonitas que o pessoal vai publicando, como esta aqui em cima,  tirada hoje pelo Homem sem um nome com três letras. Para isso basta ir seguindo as hashtags #velocultureporto e #veloculture no Instagram.

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Velo Culture is closed on Mondays and the Leprechauns like to spend the days off on the road. 

Today the “Man without a three letters name” went for a ride and took this nice picture. You, just like the best part of the “Cyclist Gazette” readers, probably can’t join us for a Monday long ride, but can follow us on the road taking a look at the Instagram hashtags #velocultureporto and #veloculture.

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